PROUNI.com.br

PROUNI e FIES

Saiba como é possível candidatar-se aos dois programas de inclusão ao ensino superior, sempre tendo o ENEM e suas notas de corte como primeiro passo obrigatório

O PROUNI –Programa Universidade Para Todos e o FIES– Fundo de Financiamento Estudantil do Ensino Superior, são dois programas do Ministério da Educação criados para ampliar as oportunidades de acesso ao ensino superior em nosso país. O PROUNI, implantado em 2005, já beneficiou quase 2 milhões de estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio disponibilizando bolsas de estudo integrais e parciais de 50%.

Para obter uma bolsa integral, o candidato deve comprovar renda bruta familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa. No caso das bolsas parciais de 50%, o interessado precisa comprovar renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa. Em ambos os casos, deve ter estudado o segundo grau exclusivamente em escola pública, salvo se foi bolsista em escola particular. Também não pode possuir nenhum diploma de curso superior. O PROUNI também beneficia candidatos com cotas afirmativas, isto é, garantindo vagas, para estudantes da raça negra, índios e pessoas com deficiência. Professores da rede pública que estejam ativos no quadro de pessoal podem se candidatar a cursos de licenciatura, como Normal Superior e Pedagogia, sem necessidade de comprovação de renda. Além disso, o estudante de ter prestado o ENEM-Exame Nacional de Avaliação do Ensino Médio, no ano imediatamente anterior ao PROUNI e ter alcançado pelo menos 450 pontos de média nas provas e tirar mais que zero na redação.

Já o FIES, é o Fundo de Financiamento Estudantil do Ensino Superior, criado pelo MEC (Ministério de Educação) em 1999, para atender prioritariamente estudantes de baixa renda, desde que estejam matriculados em uma instituição de ensino superior particular e tenham renda bruta familiar por pessoa de no máximo 2,5 salários mínimos. Desde o 2016, os que solicitam o FIES, da mesma forma que no PROUNI, devem ter obtido a média de 450 pontos e não ter zerado na redação no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).